Por Que Paris É Chamada De Cidade Das Luzes?

Paris, capital da França, é um dos destinos mais visitados no mundo. E isso não é de agora, desde a Idade Média que a cidade tem recebido gente do mundo todo. Paris sempre foi rota de passagem de diversos estrangeiros e viajantes na Europa e, por isso, suas ruas estavam sempre cheias e movimentadas.

O apelido de cidade das luzes começou há muito tempo, lá no século XVII, em 1667, o rei Louis XIV nomeou Nicolas de la Raynie como novo general da polícia para acabar com a grande violência que Paris enfrentava. A solução que esse novo general encontrou, foi iluminar as ruas sempre. Por causa disso as luminárias de Paris foram aumentadas, intensificadas e colocadas por todos os lados. Paris ficou conhecia, então, como cidade das luzes.

Sempre a frente da sua época, Paris acabou se tornando uma cidade que não dormia e, com isso, havia sempre iluminação nas ruas, com tochas acesas por todos os lados, fazendo com que a cidade ficasse sempre iluminada.

Além do motivo mais óbvio pelo apelido de Paris, há também a teoria que diz que o nome Cidade da Luz veio por causa dos grandes pensadores do século XVIII, como Voltaire e Diderot. Essa época foi conhecida como Iluminismo e tem tudo a ver com o fato deles serem intelectuais advindos de Paris, a cidade iluminada tanto filosoficamente como literalmente.

Você Sabia?

Por Que O Oscar Tem Esse Nome?

O Oscar, Prêmios da Academia, atualmente é um dos mais importantes prêmios do cinema. Todos os anos, desde 16 de maio de 1929, ele é entregue nos Estados Unidos pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas.

O nome Oscar não possui bem uma origem certa. Alguns dizem que esse nome surgiu no começo na década de 30 quando uma funcionária chamada Margaret Herrick disse que a estatueta parecia muito com seu tio de nome Oscar. A estatueta na época era feita inteira de bronze. Hoje, é feita de gesso e banhada a ouro, porém seu formato continua o mesmo, um homem careca de braços cerrados.

Uma outra origem para o nome Oscar teria vindo do colunista Sidney Skolsky que, em 1934, usou esse nome para falar do prêmio de melhor atriz que Katherine Hepburn recebeu. Oficialmente o nome passou a ser usado pelo prêmio da academia em 1939.

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Por Que O Mês De Fevereiro Muda O Número De Dias Conforme O Ano?

Fevereiro é um mês diferente dos demais, ao invés de ter 30 ou 31 dias, ele tem apenas 28 e, às vezes, tem 29 dias. Essa história toda começou em Roma, na época em que seus astrônomos descobriram, observando o equinócio e solstício, que o ano tinha em volta de 365 dias.

Os romanos começaram seguindo o calendário lunar, os meses tinham 28 ou 29 dias, como o ciclo da lua, e eram apenas 10 meses, o que completava 355 dias. Por isso mesmo que o mês de novembro (referente ao 9) se chama desse jeito e os outros meses também, como dezembro (10) e setembro (7).

Conforme foram mudando os líderes gregos, o calendário também se alterou, mudando número de dias, de meses, virando uma grande confusão. Até que, Júlio César assumiu o poder e resolveu mudar o calendário. Os romanos começaram a seguir, assim como os egípcios já o faziam, o calendário solar. César mudou o calendário para 12 meses criando o mês de julho em sua homenagem e o mês de agosto para homenagear César Augusto. Esses dois meses passaram a ter o mesmo número de dias e fevereiro ficou desfalcado com apenas 28 dias.

Porém, o ano não possui exatamente 365 dias, possui 5 horas e cerca de 48 minutos a mais. Isso porque um ano equivale ao movimento de translação da terra, ou seja, o tempo que ele demora para dar uma volta em torno do sol e as 4 estações ocorrerem. Para compensar essas horas que não colocamos no ano, de quatro em quatro anos, o dia 29 de fevereiro existe.

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Por Que O Brasil Comprou O Acre?

No  século  XIX,  as  terras  onde  hoje  se  encontra  o  Acre,  entre  os  rios  Javari e Madeira, pertenciam grande parte a Bolívia. Mas, suas  fronteiras, por ser numa grande floresta  tropical,  não  eram  muito  bem  delimitadas,  sendo  descrito  nos mapas  da  época pelos bolivianos como “tierras non descubiertas”.

Para  fugir  das  sucessivas  secas,  alguns  nordestinos  se  instalaram  na  regiãon e começaram  a  trabalhar  na  extração  do  látex,  das  seringueiras.  No começo, era  uma atividade  rural  sem  muito  monitoramento,  então  esses nordestinos se  instalaram  em terras que não eram do Brasil.

Com  o  bum  da  Revolução  Industrial,  a  borracha  ficou  bem  mais  valorizada e empregada em larga escala nas indústrias. Então, as seringueiras também se valorizaram muito mais, fazendo com que a floresta amazônica fosse mais requisitada. E, também, a região onde hoje é o Acre.

Com  a  valorização  dessa  região,  os  bolivianos  começaram  a  se  importar com essa “terra não descoberta” e, também, com os brasileiros que lá viviam. Isso gerou um conflito  internacional  entre  os  dois  países.  Porém  o  Brasil  demorou a  se  manifestar sobre,  fazendo  com  que  os  próprios  brasileiros  que  lá moravam  resolvessem  as  coisas com as próprias mãos, gerando a primeira insurreição acreana.

Foi  apenas  na  segunda  insurreição  acreana  que  o Brasil  resolveu  se manifestar. Pois,  os  brasileiros  que  lutaram  com  suas  próprias  mãos venceram  e  declararam independência  da  região,  chamando-a  de  Estado Independente  do  Acre.  Quando  as autoridades perceberam que  isso se caracteriza  como uma  invasão territorial  à Bolívia, enviaram tropas para desfazer o que havia acontecido, fazendo a região voltar para o país de origem.

Porém,  depois  que  o  Brasil  resolveu  todo  aquele  problema,  descobriu-se  um acordo entre a Bolívia e os EUA sobre aquela região e isso deixou o governo brasileiro muito apreensivo. O Brasil tentou fazer acordos com a Bolívia para resolver toda aquela situação,  mas  não  conseguiram.  O  resultado  disso  foi mais uma  guerra  civil  no  local, gerando  novamente  o  Estado  Independente  do  Acre.  Notando  que  não  conseguiria conter as confusões naquela região, o presidente boliviano resolveu assinar o Tratado de Petrópolis e vendeu o Acre para o Brasil.

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Por Que Nos Fantasiamos No Carnaval?

A origem do carnaval é grega e começa lá nos anos 600 a. C. Os gregos agradeciam os deuses da fertilidade através de festivais e cultos. Com os romanos foi inserida à prática o uso de bebidas alcóolicas e práticas sexuais nesses rituais. Com a força da igreja católica, a festa foi considerada imprópria e intolerável pelos cristãos. Então, em 590 d. C., o carnaval foi adotado pela igreja e a dança, o álcool e as comemorações foram considerados atos pecaminosos.

 Em 1545, quando ocorreu o Concílio de Trento, o carnaval voltou a ser uma festa popular regada a festejos e alegrias. E, em 1724, o carnaval chegou ao Brasil, vindo dos europeus. Nessa época começaram também os desfiles nas ruas onde as pessoas iam fantasiadas e mascaradas ao ato. Mas, foi apenas no século XIX, que a população começou a aderir os blocos carnavalescos com carros alegóricos e todos fantasiados, animados e prontos para festejar.

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Por Que Morcegos São Associados A Vampiros?

A pesar de os morcegos estarem conectados aos vampiros em diversas lendas e histórias da literatura, apenas três espécies desse mamífero voador se alimentam de sangue de verdade. Os morcegos-vampiros, como são chamados, normalmente se alimentam de sangue de mamíferos e aves, podendo se alimentar de seres humanos também. No começo acreditava-se que todo morcego era vampiro, porém, descobriram que a maioria se alimenta de frutas e insetos.

Diferentemente dos vampiros, os morcegos-vampiros não sugam sangue, eles cortam a pele da vítima com seus dentes afiados. Eles possuem uma saliva especial que ajuda o sangue a não coagular e, assim, eles ingerirem com mais facilidade.

Há quem acredite que os vampiros só têm esse nome por causa dos morcegos, mas não. O primeiro morcego a ser chamado de morcego-vampiro ganhou esse nome em 1774 pelo naturalista francês Buffon. Seu nome foi uma referência a lenda dos vampiros, criaturas sugadoras de sangue. Mesmo o livro de Bram Stoker, Drácula só tendo sido lançado em 1897, a origem dos vampiros vem de lendas mais antigas e chegou na língua alemã em 1732.

O livro de Bram Stoker seguiu algumas lendas da América meridional em que existiam ataques fatais feitos morcegos. No livro, Drácula, um dos vampiros mais famosos da literatura e do cinema, transformava-se em morcego e isso serviu como referência em várias outras histórias que falaram de vampiros.

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Por Que Judeus Não Comem Carne Suína?

Quando um alimento pode ser consumido pelos judeus ele leva o nome de “kasher”, Esses alimentos estão dentro de todas as leis alimentares judaicas, as leis de kashrut, e todas vem de preceitos bíblicos, a maioria do capítulo 11 do livro de Levítico:

” E falou o SENHOR a Moisés e a Arão, dizendo-lhes:
Fala aos filhos de Israel, dizendo: Estes são os animais, que comereis dentre todos os animais que há sobre a terra;
Dentre os animais, todos os que têm unhas fendidas, e a fenda das unhas se divide em duas, e rumina, deles comereis. (…)

Também o porco, porque tem unhas fendidas, e a fenda das unhas se divide em duas, mas não rumina; este vos será imundo.
Das suas carnes não comereis, nem tocareis nos seus cadáveres; estes vos serão imundos.“.
Há muitos anos acreditava-se que essas restrições alimentares eram feitas para evitar alguma contaminação, por medidas sanitárias. Mas, hoje, já se sabe que os judeus não se alimentam de alimentos que são “não-kasher” apenas para seguir a lei divina, sem se pautar em nenhuma razão científica.

Quando eles se alimentam de um alimento kasher, estão aprendendo a reverenciar a vida. Uma carne kasher possui toda uma consciência divina, eles acreditam que esse animal é uma das criações de Deus e sua morte não pode ser levada de forma leviana.

Além da restrição com a carne suína, os judeus também não podem comer camarão, carne de coelho e não podem misturar numa mesma refeição carne com leite e seus derivados. Mesmo a carne bovina, quando o animal é abatido, deve ser feito de uma forma toda especial para que o animal seja sagrado.

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Por Que Getúlio Vargas Se Matou?

Em 24 de agosto de 1954, o presidente Getúlio Vargas, de acordo com suas próprias palavras, “deu o primeiro passo no caminho da eternidade e saiu da vida para entrar na história”. Ele se suicidou com um tiro no peito e deixou uma carta-testamento que foi lida por Oswald Aranha, criando uma comoção a nível nacional.

O velório ocorreu no Palácio do Catete, no Rio de Janeiro – capital do país na época e contou com a presença de cerca de 3 mil pessoas. A comoção foi tamanha que o estoque de calmantes da enfermaria do palácio acabou. Cerca de 100 mil pessoas saíram às ruas enfurecidas, frustradas e tristes, o pranto da multidão foi incontrolável. O país ficou em estado de choque. Mas, o que levou Getúlio a se matar?

A resposta se encontra 20 dias antes da morde de Getúlio, quando Carlos Lacerda foi vítima do atendado da rua Toneleros em Copacabana. Lacerda era contra o governo de Vargas e vivia escrevendo duras críticas nas matérias da Tribuna da Imprensa. Carlos Lacerda dizia que o presidente era um monstro e o acusou do atentado, mesmo esse sendo feito por major Vaz, que não aguentou e acabou perdendo a vida no dia.
Vargas negou envolvimento e chegou a dizer que o atentado prejudicou muito seu governo. Tentando consertar o que aconteceu, tentou dissolver sua guarda pessoal e fazer algumas outras medidas preventivas, mas tudo foi visto com maus olhos. Vargas recebia retalias de todos os lados, com muitos governadores pedindo para que ele abdicasse o cargo de presidente.

Sem saber ao certo quem causou o atendado, tendo vários de seus familiares envolvidos, alguns até em esquemas de corrupção, Getúlio se sentia em um “mar de lama”. Com muitos querendo que ele renunciasse, sabendo que armaram para ele ser visto como uma má pessoa e com a notícia de sua família envolvida em tudo aquilo, Vargas tirou a própria vida.

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Por Que Existem Placas De Carros De Cores Diferentes?

As placas de identificação de veículos, as famosas placas de carros, seguem os sistemas de emplacamento e de identificação criados pelo DETRAN – Departamentos Estaduais de Trânsito no início do século XX. O sistema atual leva o nome de Registro Nacional de Veículos Automotores – RENAVAM e foi criado em 1967.

Todas as placas do Brasil seguem o sistema alfanumérico que possui a formatação “ABC – 1234”, em cima desses caracteres há a sigla do estado e o nome do município onde o veículo foi registrado.

A cor das letras e números das placas mudam de acordo com a categoria dos veículos, essas categorias são definidas a partir do uso que esse veículo terá. Veículos de uso particular terão a cor dos caracteres preta, já os de uso comercial, vermelha. Quando usado para o uso oficial a cor será azul, agora se for para uso diplomático ou consular, a cor utilizada é a dourada. Categorias especiais levam a cor verde e veículos de coleção, prata.

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Por Que Existe A Expressão “Segurar Vela”?

Quando vamos sair com um casal, mas não estamos acompanhados, vamos sozinhos junto de um casal, costumamos dizer que a pessoa sozinha está “segurando vela.”. Essa expressão tem origem medieval.

Na época medieval ainda não existia energia elétrica, então tudo era iluminado a luz de velas. Naquela época existiam funcionários os quais possuíam apenas uma função: segurar uma vela. Assim, trabalhadores e outras pessoas podiam continuar suas atividades mesmo em ambientes escuros.

Reza a lenda que isso acontecia mesmo quando os patrões desses funcionários ficavam sozinhos em seu quarto para realizarem atos sexuais. Então, o empregado ficava de costas para a cena, porém segurava a vela para tudo ficar iluminado.

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